Janeiro 1999: Sobe à cena do Teatro Municipal Baltazar Dias a peça “Duas Horas Antes” (encenação de Carlos Varela), com representações diurnas destinadas às escolas secundárias da Região;
Abril de 1999: a companhia constitui-se legalmente como Associação Juvenil;
Março de 2000: é apresentada a 2ª produção, “Grande Circo Real” (encenação Carlos Varela), no Cine-Teatro Santo António, novamente com representações vocacionadas para a camada estudantil do Ensino Básico e Secundário (9º/10º/11º/12º anos);
Fevereiro de 2001: apresentação de “Stormy Weather”/”Além da Chuva” (encenação de Maria José Costa), espectáculo destinado ao público em geral, incluindo uma representação para as escolas secundárias;
Novembro de 2001: início do projecto “Contigo na escola” com “O Homem Que Via Passar as Estrelas”, de Luís Mourão (encenação de Maria José Costa), peça destinada aos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico;
Abril/Maio de 2002: “Felizmente Há Luar”, de Luís de Sttau Monteiro (encenação de Maria do Céu Carreira), destinada ao Ensino Secundário;
Fevereiro de 2003: “O Avarento”, de Molière – Jean-Baptiste Poquelin, destinado ao público em geral e com representações destinadas ao Ensino Secundário. Encenação de Maria José Costa e José Luís Fernandes;
Junho de 2003: “O Príncipe Nabo”, de Ilse Losa, integrado no projecto “A Magia do Conto”, tendo como destinatários turmas do 1º Ciclo do Ensino Básico. Encenação de Maria José Costa;
Fevereiro 2004: “O Pelicano” de August Stringberg, Encenação de Fabrízio Pelagati e José Luís Fernandes;
Abril 2004: “O Rapaz de Bronze” de Sophia de Mello Breyner Andresen;
Fevereiro 2005: “Raízes Expressivas ou Do Sentir”, com textos de vários autores, e encenação de Miguel Vieira;
Dezembro 2005: “O Natal do Campainha”, adaptação a partir do texto O Sonho do Palhaço de Maria Alzira Cabral, com encenação de Maria José Costa;
Fevereiro de 2006: “A Birra do Morto”, de Vicente Sanches, com encenação de Miguel Vieira;
Maio de 2006: “Contando e Brincando”, texto criado pelo grupo, com uma cena inspirada num texto de Irene Lucília e encenação de Maria José Costa.
Dezembro de 2006: “Uma Prenda Especial”, texto criado pelo grupo, a partir da leitura de vários contos de Natal, com encenação de Maria José Costa, Sandro Nóbrega e Jorge Paulos.
Março de 2007: “O Despertar da Primavera”, de Frank Wedekind, com adaptação e encenação de Marco Mascarenhas e Onivaldo Dutra;
Outubro de 2007: “La Nonna”, de Roberto Cossa, com encenação de José António Barros;
Fevereiro de 2008: “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare, versão de Hélia Correia e encenação de Marco Mascarenhas;
Novembro de 2008: “Desastre Nu”, de António Aragão, com encenação de Maria José Costa e Sandro Nóbrega;
Fevereiro de 2009: “Desastre Nu”, de António Aragão, com encenação de Maria José Costa e Sandro Nóbrega;
Novembro de 2009: “O Português que se Correspondeu com Darwin”, de Paulo Trincão, com encenação de Duarte Rodrigues;